Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra

O agronegócio ajuda a preservar o meio ambiente: 5 anos do Novo Código Florestal Brasileiro

O agronegócio ajuda a preservar o meio ambiente: 5 anos do Novo Código Florestal Brasileiro

Por Antonio Pinho

seminario codigoNo dia 25 deste mês ocorreu, em Brasília, o seminário de comemoração dos 5 anos do Novo Código Florestal, evento promovido pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Destaca-se a participação do deputado Valdir Colatto (SC), que teve grande atuação na formulação do Código. “Na prática, são os agricultores que fazem o meio ambiente, eles são os verdadeiros ambientalistas”, defendeu o deputado.

De fato, o produtor rural é o primeiro interessado na preservação do meio ambiente; pois a perda de fertilidade do solo, a erosão, a desertificação e a falta de água por causa da morte de nascentes de rios são problemas ambientais que afetam imediatamente a produtividade das propriedades rurais. O produtor rural, estando próximo à realidade ambiental, é o que mais sente os efeitos da degradação dos recursos naturais, por isso é de seu interesse preservá-los.

Há a necessidade de uma mudança de visão no senso comum, que entende toda a atividade agropecuária como necessariamente predatória ao meio ambiente. O que não é verdade justamente pelos motivos que acabamos de apontar. O proprietário de uma casa é o principal preocupado na constante manutenção de seu imóvel. O mesmo vale no campo: o produtor rural vive da terra, e é sua preocupação número 1 preservar a terra que o sustenta.

Vale a pena recordarmos o livro Psicose Ambientalista, do príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança. Dom Bertrand aponta, em sua obra, o efeito negativo que a militância ambientalista radical tem gerado. Podemos observar que se a atual opinião pública, muitas vezes, vê na atividade agropecuária a causa para a destruição ambiental, isso certamente é fruto de uma verdadeira campanha de desinformação desses grupos ideológicos radicais denunciados por Dom Bertrand, cujo objetivo final não é apenas defender o meio ambiente, mas destruir o capitalismo. Há aqueles que utilizam o discurso ambientalista para uma militância política socialista.

Vejamos o caso brasileiro. Grande parte de nosso território está desocupado. De acordo com algumas estatísticas, 61% do território do Brasil é ocupado por vegetação nativa, e apenas 8% é aproveitado pela agricultura. Em nosso país há mais territórios demarcados como áreas indígenas do que a área utilizada pela agricultura. Ou seja, os dados apontam para o fato de que Dom Bertrand tem razão: há uma verdadeira psicose dos ambientalistas, cuja intenção é colocar barreiras para o desenvolvimento econômico do campo, e não a defesa da preservação da natureza.

Clique aqui para saber mais sobre o seminário sobre os 5 anos do Novo Código Ambiental.

Produtor rural, associe-se à Andaterra – Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra.   

andaterra logo