Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra

MST amplia invasões para promover a agenda esquerdista

MST amplia invasões para promover a agenda esquerdista

O jornal O Globo noticia que o MST pretende ampliar suas invasões

Por Antonio Pinho

O jornal O Globo noticia que o MST pretende ampliar suas invasões. Estranhamente, o jornal não usa a palavra invasão, mas o eufemismo ocupação. Na verdade o que o MST faz é terrorismo, elula mst não haveria erro em assim classificar o que esse grupo pratica. Então chamemos as coisas pelos seus verdadeiros nomes. Confira a notícia:

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) pretende intensificar protestos contra o governo Michel Temer até a votação da denúncia contra o presidente no plenário da Câmara, marcada para 2 de agosto. A intenção do movimento é manter por uma semana as ocupações iniciadas nesta terça-feira nas fazendas do coronel João Baptista Lima, amigo de Temer, do ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, do ministro da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento, Blairo Maggi, e do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

Em entrevista ao GLOBO, o dirigente nacional João Paulo Rodrigues disse que as ocupações obedecem uma agenda nacional, mas foram organizadas por regiões para atrair maior atenção às reivindicações, que incluem protestos contra as reformas trabalhista e previdenciária. Foram escolhidos terrenos ligados a figuras públicas acusadas de corrupção, lavagem de dinheiro ou enriquecimento ilícito. Além das fazendas citadas, o MST também ocupou duas sedes do Incra, na Bahia e em Sergipe, e o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão.

Podemos ver mais uma vez que o MST não luta para o benefício do agricultor pobre, mas manipula as pessoas para que estas sirvam como massa de manobra para a esquerda na promoção de agendas comunistas, e ir propagando pelo Brasil fazendas coletivas, ao estilo soviético, que nada produzem. Na verdade as terras que o MST rouba, com o aval do governo, acabam virando favelas rurais, que só sobrevivem na base de esmolas do governo, como o Bolsa Família.

Agora vão intensificar as invasões apenas por uma agenda comunista, para que tenha eleições antecipadas nas quais o Lula possa se candidatar antes de sua condenação. Parece até desespero da parte da esquerda, que faz de tudo para voltar ao poder, inclusive de ações terroristas como são as invasões de terra. Não pensam no melhor para o agricultor, mas se utilizam da pobreza e ignorância de alguns para ir espalhando o comunismo pelo campo, em detrimento do agronegócio, o grande vilão para o MST, mas o grande herói da economia nacional. Se as pessoas citadas pelo MST cometeram crimes, que paguem por eles. Mas não justifica que o MST queira acusar criminosos praticando crimes.

Na entrevista que deu ao jornal O Globo, o dirigente nacional do MST, João Paulo Rodrigues, deixou bem evidente que o alvo é o agronegócio:

Acho que teve um equívoco dos governos Dilma, Lula e Temer em gastar todo o dinheiro com o agronegócio. Não é uma retaliação aos governos por ódio ou porque somos contra a produção em larga escala, queremos apenas que os governos deem o mesmo tratamento para que as famílias tenham direito a um pedaço de terra. Estamos em um momento que a reforma agrária está completamente paralisada no governo Temer. Há um ano que ele não assenta ninguém. Ninguém paga dívidas no agronegócio e temos inúmeras denúncias de corrupção de terras utilizadas para lavar dinheiro, como o caso do Geddel (Vieira Lima) na Bahia, ou a própria fazenda do Ricardo Teixeira. Ocupamos o Incra da Bahia também por causa do Geddel, pedindo vistoria das áreas dele.

Será que a dívida não paga que ele fala é o Funrural? É sabido que se forem obrigados a pagar a imensa dívida do Funrural, os pequenos e médios agricultores poderão ir a falência. Uma dívida que foi gerada por uma decisão do STF que é muito questionável e tem grande teor político. o STF julgou o Funrural constitucional muito mais por uma demanda do governo Temer por mais impostos para cobrir o rombo nas contas diante da crise econômica. A conta da crise acabou indo injustamente para o agricultor. E as ações do MST só criam ainda mais problemas para este setor que é essencial para a economia.

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