Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra

CPI do BNDES: surge a verdadeira história do enriquecimento da JBS

CPI do BNDES: surge a verdadeira história do enriquecimento da JBS

A CPI do BNDES votará o relatório final do deputado Altineu Cortês nesta terça-feira (15). No parecer, o parlamentar pede o indiciamento dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, além de outras 62 pessoas por supostos crimes cometidos em empréstimos realizados pelo banco durante as gestões petistas. 

Dentre as investigações da CPI, está o Porto de Mariel em Cuba, construído com financiamento disponibilizado pelo banco, além de empréstimos para os irmãos Batista, da JBS e executivos da Odebrecht.

Para Renato Dias, diretor do Blog Ranking dos Políticos, não há bons indícios de que o relatório seja aprovado pela comissão. Veja a entrevista na íntegra no vídeo acima.

“Existe grande movimento para não indiciar Lula, Dilma, irmãos Bastista, Marcelo Odebrecht” (em O Antagonista)

O presidente da CPI do BNDES, Vanderlei Macris, afirmou que “existe um grande movimento para que não haja o indiciamento de Lula, Dilma, irmãos Batista e Marcelo Odebrecht! Não podemos aceitar isso”.

“A luta será grande, mas faremos o q o povo espera: ABRIR A CAIXA PRETA!”

Hoje, a CPI do BNDES vota o relatório final de Altineu Cortês às 14h30.

Deputada quer indiciamento de Gleisi na CPI do BNDES

A deputada Paula Belmonte apresentou voto em separado para incluir Gleisi Hoffmann entre os indiciados da CPI do BNDES, diz O Globo.

A presidente do PT foi citada por delatores em casos envolvendo Odebrecht, JBS, OAS e Camargo Corrêa.

“O STF está extrapolando sua competência”, diz presidente da CPI do BNDES

O presidente da CPI do BNDES, Vanderlei Macris (PSDB), disse a O Antagonista que as quatro liminares de Celso de Mello para convocados pela comissão não serem obrigados a comparecer às audiências “extrapola” a competência do STF em relação ao Legislativo.

“Essa questão das liminares autorizadas pelo Supremo, elas na verdade acabam de alguma forma comprometendo os trabalhos de uma CPI da Câmara. Minha opinião é que o STF está extrapolando sua competência em relação ao Legislativo.”

E acrescentou: “Em função disso, apresentei uma emenda constitucional junto ao presidente da CPI de Brumadinho obrigando réus e investigados a comparecer à comissão. Vou à tribuna pedir celeridade na apresentação dessa emenda para preservar a independência legislativa.”

bndes

“O que foi Sergio Moro se não um juiz ladrão?”, provoca Maria do Rosário

Na CCJ da Câmara, a deputada petista Maria do Rosário chamou Sergio Moro de ladrão ao criticar a PEC que estabelece a prisão de condenados em segunda instância.

“O que vossas excelências estão tentando é fazer pura politicagem. (…) Vossas excelências estão a serviço de um juiz ladrão, Sergio Moro. Eu estou repetindo aqui as palavras de Glauber, porque Glauber deu essa opinião. O que foi Segio Moro se não um juiz ladrão?”

Em julho, o deputado do PSOL Glauber Braga chamou Moro de ladrão durante audiência com o ministro da Justiça na Câmara.

Glauber Braga invoca Lei de Abuso de Autoridade na CPI do BNDES

Na CPI do BNDES, Glauber Braga disse que os deputados precisam respeitar a Lei de Abuso de Autoridade e rejeitar o relatório de Altineu Cortês.

“A Câmara dos Deputados votou uma Lei de Abuso de Autoridade e, por essa lei, a solicitação de indiciamento sem provas de crimes que tenham sido cometidos [é considerado abuso]. Mesmo a lei ainda não tendo entrado em vigência, eu acho que as senhoras e os senhores tem o compromisso moral, tendo votado a favor dessa legislação, em aprovar matérias com lastro probatório.”

Para o psolista, no relatório ocorre “a repetição de indiciamento que foi realizado em matéria não acolhida pelo Judiciário. Não há lastro probatório”.

Francischini a Maria do Rosário: “Você é chata demais, deputada”

Em bate-boca na CCJ da Câmara, o deputado Felipe Francischini se queixava dos gritos de deputadas do PT e do PSOL quando foi chamado de machista.

“Você é chata demais, deputada. Tudo é machismo. Vocês só sabem gritar. Ganhem no regimento”, rebateu ele, dirigindo-se a Maria do Rosário.

Em seguida, o deputado ponderou que retirava a expressão chata.

A deputada petista pediu a palavra, chamou o presidente do colegiado de “projeto de ditador” e acrescentou que ele teria aprendido “com o canalha do presidente”, referindo-se a Jair Bolsonaro.

Francischini suspendeu a sessão e fez um coraçãozinho com as mãos em direção a Maria do Rosário.

Fonte: Notícias Agrícolas