Revista Veja destaca que os produtores não aceitam renegociar dívida de Funrural extinto pelo Senado

A Carta Aberta dos Produtores rurais para nação brasileira estampou a página da Revista Veja que está nas bancas. É mais do que um desabafo, é um esclarecimento, uma manifestação legítima.

O setor não pode arcar com mais este prejuízo de uma dívida que é ilegal, pois o Funrural foi extinto  pela resolução 15/17 do Senado.  A MP 793 não pode passar por cima de uma decisão direta Carta Aberta na veja 2aprovada pelos Senadores, um conflito de poder desnecessário. Produtores de todo país estão se manifestando, e pedem ao STF que mantenha a palavra e julgue inconstitucional o Funrural. Caso isso não aconteça, os agropecuaristas vão quebrar e agravar ainda mais a crise econômica do país.
O Refis não serve para o produtor, só quem ganha com o texto da MP793 é a JBS e quem tem prejuízo fiscal e crédito de CSLL (só os grandes, justamente os que se apropriaram do dinheiro e vão pagar com créditos podres). Além da insegurança no campo, o produtor, que enfrenta problemas climáticos e todo planejamento de uma safra, ainda fica com o pesadelo do Funrural.
Por duas vezes o Funrural foi considerado inconstitucional, a lei parece que se transforma em uma fórmula de manobra de acordo com interesses que quem está no campo desconhece.   É um pedido simples para quem faz muito pelo país.  Uma análise técnica e objetiva, o produtor confiou na justiça, confiou nas decisões já tomadas, sem imaginar que a lei pode ser interpretada de forma diferente sobre a mesma matéria. Quando parecia que o Funrural estava solucionado surge a MP 793 admitindo uma dívida inexistente gerando ainda mais incertezas sobre o futuro.
Os produtores estão unidos e se manifestando enquanto preparam mais uma safra para o país.
Carta Aberta na veja
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Carta Aberta dos Produtores Rurais à Nação Brasileira

Qui Nov 16 , 2017
“Ora somos acusados de causadores do efeito estufa, ora de desmatadores e sempre com a pecha de criminosos ambientais, quando cumprimos um dos mais rigorosos Códigos Ambientais do mundo e somos os maiores conservacionistas do país, utilizando apenas 8% sobre o total do território nacional.”